segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Palestrantes

Palestrantes:
quinta-feira, 10 de setembro de 2015

História do Forró

Que tal conhecer um pouco da origem dos ritmos que dançamos?



Aqui você poderá descobrir, nos textos abaixo, um pouco da arte e cultura de vários povos e ficar por dentro do básico obrigatório para quem fala com o corpo, ou seja, para quem dança

Uma pequena história sobre o forró.

História do Bolero

Os Registros Oficiais do Bolero

Futuros instrutores, vocês sabem a origem da palavra bolero?
 Eram pequenas bolas, chamadas de "boleras", que ornamentavam os vestidos de dançarinas espanholas que imitavam bailados ciganos. E os principais intérpretes eram: Lucho Gatica, Los Panchos, Bienvenido Granda, Trio Irakitan e, mais recentemente, Luiz Miguel e Glória Estefan.

Como foi surgindo o Bolero

A origem do bolero é, como de outros ritmos, controversa. Em algumas fontes encontra-se que é oriundo da Espanha; em outras, diz-se que surgiu na Inglaterra, passou pela França, fortaleceu-se na Espanha, viajou para o México e finalmente chegou a Cuba por volta de 1880. Sabe-se que o bolero influenciou o mambo, o cha cha cha e a salsa.
No Rio de Janeiro o bolero sofreu influências do tango, incorporando giros, caminhadas e fazendo com que os pares deslizassem pelo salão. "Então, quando o cavalheiro começou a sair da frente da dama e a fazer troca-dilhos, cruzados, essas e outras variações, o bolero estiliza-se e transforma-se numa dança muito mais atraente e criativa", explica o professor de dança de salão do Rio de Janeiro, Mauro Lima.
A base para se dançar o bolero é o dois prá lá, dois prá cá. Porém há diferenças regionais: "Em São Paulo, até o início da década de 90, o passo inicial ensinado por algumas escolas era o um prá lá, dois prá cá, foi assim que eu aprendi", argumenta Andrei Udiloff, professor de dança de salão.

Na época em que o samba de gafieira começava a invadir as pistas de dança paulistas, o bolero estilizado e o soltinho vieram de carona. As pessoas que já dançavam bolero em São Paulo chamavam esta nova forma de dançar de bolero carioca. Até hoje o ritmo continua se modificando, ganhando cada vez mais adeptos interessados em dançar ao som suave das músicas. 

História do Soltinho

História do Soltinho


Não sabemos ao certo como e quando o soltinho apareceu aqui no Brasil. Em nossa pesquisa encontramos a dança como uma variação do Eastern Country Swing Americano, com a diferença de o soltinho ter a marcação do passo básico para os dois lados. Também foi chamado em algumas fontes de swing ou rock brasileiro. É uma dança que junta a ginga e o improvisação brasileira ao rock e o swing dos EUA.

História do Samba

História do Samba


Existem muitas opiniões diferentes entre pesquisadores sobre a origem do samba, porém a maioria concorda que as raízes vêm da mistura de influências africana e européia. Concordam, também, que a denominação genérica de batuque era dada para a dança e o ritmo com que os africanos mostravam a sua cultura. O batuque foi o principal tronco da manifestação musical popular no Brasil e dele surgiram diversos ramos e tendências que se espalharam por todo o território nacional (tanto em áreas urbanas quanto rurais) sob diversos nomes, ganharam estilos próprios e instrumentos de sons diferentes.
É importante salientar que o batuque era uma dança de roda, não se caracterizando ainda como dança de salão. 

Os Registros Oficiais do Samba

História do Tango

A História do Tango


O Tango nasceu nos fins do século XIX derivado das misturas entre as formas musicais dos imigrantes italianos e espanhóis, dos crioulos descendentes dos conquistadores espanhóis que já habitavam os pampas e de um tipo de batuque dos negros chamado "Candombe". Há indícios de influência da "Habanera" cubana e do "Tango Andaluz". O Tango nasceu como expressão folclórica das populações pobres, oriundas de todas aquelas origens, que se misturavam nos subúrbios da crescente Buenos Aires. 

História do Zouk

ZOUK

O Zouk é um gênero musical originário das Antilhas. Está presente em vários ritmos brasileiros e sempre teve grande influência na região norte do Brasil, especialmente no Pará.
Quando se começa a praticar o zouk aqui no Brasil, a primeira coisa que se vem a cabeça é: “Qual é a definição de Zouk?” - e acima de tudo, como explicar o que é zouk para outras pessoas. Esperamos poder ajudar a essa dúvida que até entre os mais experientes persiste.

Mas afinal, o que significa a palavra “Zouk”?

História da Salsa

História da Salsa

Segundo o dicionário da Real Academia Espanhola, a salsa é uma composição ou mistura de diversas substâncias comestíveis diluídas, que se faz para adicionar ou condimentar as comidas.
Mas na realidade, aqui não iremos falar deste tipo de salsa, mas sim de uma cujos ingredientes são "condimentos musicais". Desde sua base, o son Cubano, até as contribuições de seu tempero: o Merengue dominicano, a Cumbia colombiana, o Jazz norte-americano, o Samba brasileiro e outros ritmos musicais do Caribe.

A dança do Brega

A DANÇA DO BREGA

O Brega é música paraense de características pluri-culturais. Com sua riqueza rítmica e potencialidade coreográfica, pode ser visto como o "Tango do Pará".  

Nenhuma forma de arte nasce pronta, exige acumulação de experiências estéticas, diversidade de estilos artísticos, legitimação social de valor.
Não se deve estigmatizar uma expressão artística popular embriorinária porque o nome que a designa adquiriu conotação pejorativa, nem porque muitas letras ainda expressem qualidade literária problemática. Essas letras revelam as condições sociais, linguísticas, temáticas possíveis nos arrabaldes desiguais de Belém.

O Brega é uma forma musical coreográfica em formação, ainda em sua pré-história, evoluindo para o seu aperfeiçoamento e depuração.

O Brega é expressão cultural simbólica paraense e é reconhecido como forma de valor artístico.
Marcelo Thiganá - Professor de Dança.

Profsº. Joas Silva e Camila Barbosa




Profs. Wendell Silva e Júlia Magalhães


Wendell Silva e Julia Magalhães
Wendell Silva formado em Gestão Empresarial (2006) e Licenciatura plena em Educação Física (2010), iniciou na Dança de Salão com o professor e mestre Rolon Ho na Cia de Dança Cabanos onde atua como professor e coordenador.
Participou de diversos cursos, palestras, oficinas, festivais, workshops e congressos dentro e fora do estado como Congresso Mayra Bemergui, workshop com Érico Rodrigo, Magno Matias, Carlos Bolacha, Jimmy de Oliveira, Oficina Global(RJ), Baixada in Dança(RJ), Oficina do Samba(RJ), premiado no Dança Pará. Ministrou aula de dança de salão em vários lugares como Luz centro de dança, Escola Bella Arte, Fundação Curro Velho, Chorus Teatro Musical e Dança, UFPA.
Desenvolve um trabalho mais forte no Samba tradicional e Funkeado junto com a sua parceira Júlia Magalhães que é graduanda em Psicologia, coreógrafa, professora de Stiletto, Danças Urbanas e Dança de Salão, tem base em ballet clássico, jazz dance e contemporâneo, ministra aulas em algumas academias como Ômega Cia de Dança e Cia Cabanos, iniciou na dança de salão na Fundação Curro Velho com o professor Wendell Silva que hoje é seu parceiro e logo foi levada para intensificar o seu aprendizado e compor a equipe de bailarinos da Cia de Dança Cabanos.
Participaram do Espetáculo “Subúrbios” que foi o espetáculo de dança mais visto em Belém do Pará lotando os teatros, também apresentado no Rio de Janeiro e Breves-PA, Vencendo o prêmio “Oscar Paraense” de melhor espetáculo de dança e teatro de 2013.

Os professores estão dispostos a ensinar a todos os alunos do EDPS os principais movimentos do Forró e contigiá-los com a alegria que esse ritmo tem. Seus objetivos são levar ao máximo de pessoas possível o benefício que a dança traz, sendo estes: conhecimento, alegria, satisfação e muitos mais! Então, vamos dançar!

Profsº. Rullien Polizeli e Aline Moreira


Rullien Polizeli e Aline Moreira

Rullien Gentil Polizeli Graduando em Educação Física, 5º Semestre – UFPA e Aline de Nazaré de Paula Moreira Graduanda em Licenciatura Plena em Dança, 1º Semestre – UFPA se uniram em prol da Dança de Salão em 2011. Desde 2011 atuam como professores, bailarinos e coreógrafos na Cia de Dança Cabanos. Em 2011 foram campeões do Dança Pará na Modalidade: Dança de Salão; Categoria: Conjunto com a Coreografia: Cai Dentro; Coreógrafo: Rolon Ho. Desde de 2012 Coreografam a Comissão de Frente do Bloco carnavalesco Encantos do Pará no Carnaval de Belém. Em 2012, competiram no Campeonato de Samba Improviso - Edição Global no Jimmy de Oliveira no qual eram os únicos bailarinos que não eram do Rio de Janiro. Foram Vice-Campeões em 2012 no Dança Pará Festival na Modalidade: Dança de Salão; Categoria: Duo com a Coreografia: Desvaneios Instrumental; Coreógrafos: Rullien e Aline. Participaram da Oficina o Corpo em Cena: Oficina de Teatro na UFPA. Em 2013 como Artistas Convidados participaram do espetáculo Provocações: Mostra de Dança Contemporânea na UFPA. Participação como Intervenção Artística no II Encontro de Formação Interdisciplinar do Curso de Educação Física “Educação Física e Saúde: Diálogos Interdisciplinares” na UFPA. Ainda em 2013 ganharam o Oscar Paraense como integrante do Espetáculo Subúrbios realizado pela Cia de Dança Cabanos que teve como Diretor Teatral: José Leal e Diretor Coreográfico: Rolon Ho. Participaram do 33º Encontro Nacional de Estudantes de Pedagogia – ENEPe na Universidade Federal do Pará. Participaram da quadrilha Junina Encantos do Pará como dançarino na Quadra Junina Belenense. Em 2014 participaram como Autores, Bailarinos e Integrante da equipe técnica do Espetáculo LENDAS apresentado no Festival Internacional de Teatro e Artes Performativas dos países Lusófonos (FITAP), realizado em Vila Real – Portugal; Ministraram a Oficina: Dança de Salão a Partir dos Rirmos da Cultura Popular Paraense no 6ºCBEU (Congresso Brasileiro de Extensão Universitária) e Palestraram sobre o Tema Dançando para Viver Melhor na V Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho do Hospital Universitário Bettina Ferro de Souza (HUBFS). Em 2015, foram convidados a Participação Especial na Gravação do DVD da Banda Batidão. Produziram e Idealizaram a Oficina Aula Show. Ministraram o Workshop “Cultura Popular Brasileira pela Dança: Vivência do Samba no Pé e do Samba de Gafieira” no Festival Internacional de Teatro e Artes Performativas da Lusofonia – FITAP em Vila Real – Portugal e Também foram Congressistas com o Tema “Cultura Popular Brasileira pela Dança: Vivência do Samba no Pé e do Samba de Gafieira” no Congresso Internacional de Artes e Comunicação – CIAC tendo o seu Artigo publicado na Revista de Artes Europeias.

Profsº. Ivan Borges e Luane Borges




Profs. Roberto Ribeiro e Vanessa Alves


Roberto Ribeiro
Coreógrafo, dançarino, ensaiador e professor de Dança de Salão, 17 anos de experiência.


• Apresentações:
-  X Feira Pan Amazônica do Livro (PA).
- XVI Feira Panamazônica do Livro. (PA).
- Coreógrafia vencedora do XII Festival Intetnacional de Dança da Amazônia.(PA).
- Teatro da Justiça Federal.(RJ).
- Teatro Cacilda Becker.(RJ).
- Centro coreográfico do Rio de Janeiro.(RJ).
- Aniversário Praça Sãs Penha.(RJ).
- Aniversário Bairro de São Cristovão.(RJ).

• Aulas,Congressos e Fóruns:
- Professor do II Congresso Mundial de Samba.(RJ).
- Professor e Palestrante do I Congresso Internacional de Danças Brasileiras.(RJ).
- Professor e Palestrante do I e II Forum Nacional de Dança de Salão.(RJ).
- Professor da I Bienal de Dança Da Amazônia.(PA).
- Professor do curso de Pós graduação em pedagogia da Dança. Chancelada pela faculdade Integrada Brasil Amazônia.(PA).

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